José Mourinho já não é treinador do Chelsea. Após uma derrota com o Aston Villa, por 0-2, e o empate com o Rosenborg, 1-1, na Liga dos Campeões, o clube inglês e o técnico português acertam as condições da rescisão do contrato, prevendo-se uma indemnização milionária para o "Special One".
Depois de entrar em força em Inglaterra, José Mourinho transformou o modesto Chelsea, o 10º clube inglês em termos de "ranking" de pontos da I Divisão, numa potência que conquistou dois campeonatos consecutivos -- o único triunfo acontecera há 50 anos -- uma Taça de Inglaterra, uma Taça da Liga e uma Supertaça, alcançando ainda por duas vezes as meias-finais da Liga dos Campeões.
Mas na última época o patrão Roman Abrahamovic, um judeu super milionário nascido na Russia, decidiu contratar primas-donas, Schevshenko e Ballack, e o descalabro começou porque estes dois jogadores nunca evidenciaram as qualidades exibidas nos seus anteriores clubes.
A influência dos judeus no clube inglês acentuou-se esta época com a contratação de um treinador sem palmarés e de um defesa central sem categoria originários de Israel e a queda exibicional do Chelsea acentou-se mais em relação a uma última época em que as lesões foram uma praga.
O mau ambiente avolumou-se com a divisão do balneário, judeus, Schevshenko de um lado, John Terry, Frank Lampard e Didier Drogba sem reservas no apoio a José Mourinho. Ciente que o rumo da cisão no plantel e na direcção teria efeitos negativos irreversíveis e que o seu trabalho não produziria os resultados desejados José Mourinho decidiu colocar o lugar à disposição, atittude imediatamente aceite por Roman Abrahamovic.
Além de José Mourinho e do seu staff técnico resta saber qual o futuro imediato dos jogadores portugueses do plantel, José Mourinho, Paulo Ferreira e Hilário, todos eles escolhas do treinador de Setúbal.