Há muita gente a pensar que o Chelsea é um dos grandes clubes de Inglaterra. Não é. Longe disso. Comparando os "rankings" do total de pontos dos clubes ingleses e dos portugueses ao longo de todos os campeonatos que participaram, o Chelsea equipara-se ao Marítimo, ambos no 10º lugar no historial do prncipal campeonato de cada país. O grande salto para a ribalta foi dado quando José Mourinho tomou conta da equipa porque, até aí, nem o dinheiro de Roman Abrahamovic conseguira retirar o emblema de Londres da obscuridades.
À frente do Chelsea nos mais pontuados na liga principal encontram-se o Everton, Liverpool, Arsenal, Aston Villa, Mancester United, Newcastle, Manchester City, Tottenham, Sunderland, por esta ordem, e só então surge o Chelsea.
A sua pobreza em títulos (3-2 com Mourinho) é pobre quando comparado com o Liverpool ((19), Manchester United (15), Arsenal (11), Everton (9), Aston Villa (7) e Sunderland (6).
Os jornais ingleses duvidam que o israelita Avram Grant seja a pessoa indicada para comandar a equipa, existem jornalistas que não hesitam, tal como eu, que José Mourinho foi apunhalado pelo técnico judeu e quase todos os jornais inquerem os leitores se gostariam de ver Mourinho à fente da selecção nacional de Inglaterra. Os resultados são evidentes: Sim !
O grande problema do Chelsea é conseguir constituir um grupo coeso. Mais de noventa por cento do plantel está contra a decisão de despedir Mourinho, Lampard, Drogba, Ricardo Carvalho, Essien, Malouda e outros querem sair e será muito difícil a Schevechenko, um dos traidores de Mourinho, ter uma equipa a jogar para si, como pretendia no tempo do treinador português. A revolta está instalada.
Nos foruns de adeptos, a esmagadora maioria considera que o Chelsea vai regressar aos tempos obscuros em que nada ganhou durante 50 anos. A acontecer esse eclipse é mais que certo que Roman Abrahamovic também abandonará o barco.